
Sabe aquele momento em que você para, pensa e chega a conclusão que não sabe mais se pensa na pessoa porque gosta ou porque já se acostumou a pensar? Então.
Na foto eu e meu amigo, companheiro de todas as tardes, psicólogo e ouvinte exageradamente paciente, João. kkk
Parece que a gente já se conhece a mil anos, também, acho que passo mais tempo com ele do que com qualquer pessoa do meu cotidiano, principalmente agora que tão acontecendo essas coisas chatas.
Nunca me perdôo por me apegar tão fácil às pessoas. Sempre acabo me magoando sabe? Assim como agora, acho que dou valor d+ a pessoas que acabaram de chegar na minha vida, meio que pressuponho que não corro muito risco de perdê-las. Mas é arriscado. E o novo é frágil, se abala por qualquer besteira que numa amizade duradoura acabaria sei lá, numa risada ou num: para de ser besta mulher!
Mas enfim.
Agora to mais sozinha do que nunca. Não, não to mal não, to tranquila.
Chega alguém e me pergunta: eai, como você ta? A.. eu to tranquila. Essa é a palavra que talvez descreva meu momento. Claro que não no sentido da correria do Projeto Integrador ou do trabalho e afins, mas do emocional mesmo.
Puts, não sei descrever muito bem o quanto eu mudei em tão pouco tempo. Posso dizer sem medo de errar que sou outra mulher em relação a que eu era a apenas 4 meses.
Cachorro, cachorro, cachorro. Só penso nisso. Cão Ideal, logomarca, logomarca e mais logomarca. kkkk A idéias meio que tão vindo, aleluia. Mas hoje acordei com uma coisa na cabeça, uma vontade meio que louca de mudar pra jornalismo. Mas isso é assunto pra outro post. To com duas matérias pra editar em 20 minutos, então...
Boa tarde/Boa noite :*
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