Tenho muito o que escrever, e ao mesmo tempo nada. Talvez porque eu tenha certeza que esse é mais uns dos meus tantos dramas, que se resumem a criar um sentimento por pessoas improváveis, ou por qualquer coisa que seja visivelmente impossível.
A pergunta que fica é: Por que nunca me levou a sério?
A história se repete, essa e outra, e o outro, de sempre, volta com um oi e uma saudade de mentira, o coração bate daquele jeito de novo, é isso, a vida é uma repetição?
Nem sei, mas parece.
Vai passar isso tudo e eu vou falar: porra, eu sofri por isso velho?
Mas hoje ta doendo tanto que eu tive que vir escrever.
Depois conto de Madrid, antes que o tempo apague um monte de detalhes legais.
Boa tarde!
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