segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pior do que uma mulher que fala o que pensa é uma que escreve...



[AVISO: Hoje é post dos grandes! kkk ]

"É isso então. É aí que está o problema. Eu escrevo sobre a minha vida e isso causa nas pessoas um misto de medo “será que ela vai me expor?” com um misto de quebra de magia “ah, ela se expõe demais ali, prefiro aquela mulher muda e sem personalidade que sempre vai ser um mistério para mim”. 
Entrei numa baita crise. Tirei meu site do ar e tudo. Repensei a vida, repensei a morte da bezerra, aumentei a terapia, voltei pra meditação. Mas depois cheguei a uma conclusão maravilhosa e definitiva: nenhum homem, até hoje, me deu mais prazer do que escrever. Então que se danem eles."

Tati Bernardi

@tati_bernardi Quem quiser guardar textos do site é agora ou nunca. Vou fazer uma limpa em textos antigos e deixar só de 2009 em diante.

Vi isso no meu twitter e fui ler os textos do site. Li tantos e tantos, selecionei pra postar uns 4, mas sempre vinha outro que parecia melhor até que achei esse do início do post. 

É como dizem, quem lê bem escreve bem, não que eu escreva bem, mas quando leio me sinto muito inspirada pra vir aqui e falar algo que acho interessante. Aqui estou eu. 
Hoje to preparada pra escrever muitas coisas nesses 24 minutos que me restam de tempo pra editar o post.
Tenho mania de escolher a foto e postar, sem texto, porque se abro a página de post enrolo por horas, e assim, fico com 30 minutos pra escrever, a pressão me ajuda nesse sentido.

Que seja, pra que to escrevendo isso? KKKKK

Vamos falar de hoje. Hmmm...
Ontem estava estilo Stefhany, me sentindo linda e absoluta, feliz, decidida e afins. Mas e hoje?
Hoje to normal, aqui sentada com vontade de fazer mil coisas ao mesmo tempo, e nos intervalos, pensando no mesmo assunto de sempre e com um leve peso na consciência por ter comido biscoito recheado. Agora que o apetite voltou vem o medo de recuperar ar gordurinhaix.

Puts... essa brincadeira não.

Tenho vontade de queimar meu violão quando falo "Águas Clara" ou um "XÁ!" acenando com a mão e com a cara séria, ou quando chamo o ferro do metrô de pole dance. Tenho vontade de arrancar meu aplique quando dou uma risadinha: "hihi" ou falo Deus é MAS.
A parte mais díficil é essa, a das pequenas coisas, porque essas só somem com o tempo. E o tempo, só funciona no tempo dele.

Ursinho, bilhete, porta-retrato, a gente enfia numa caixa velha e põe no armário, músicas e fotos, põe num pen drive, tira do computador, mensagens a gente apaga. Mas os hábitos, PQP, não saem. Você ta distraído e quando vê já disse, e depois, calado, engole seco , tenta distrair a mente e se firmar na realidade, no agora.

Os lugares também... doem. É inevitável. O máximo que dá pra fazer é desviar o pensamento. Mas infelizmente toda vez que entro no metrô a nostalgia me pega de um jeito que parece que vou sufocar. Antes chorava que nem criancinha, santos óculos escuros. Agora dói, mas pego os fones e coloco o cd da Christina Aguilera. Respira, respira, 1 2 3 4 5... Passou.
E ver? Vale o mesmo processo. O vi vindo em minha direção e parei de sentir as pernas, mas é assim mesmo, já foi pior.

O tempo é rei.

Recebi isso no forms, de alguém que lê meu fotolog e foi lá me dar uma força. Guardei as palavras. O tempo é rei, né?

Boa tarde! 

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